domingo, 22 de maio de 2011

CLAUDIA COSTIN


Secretária de Educação  Cláudia Costin e Marcos Palmeira, visittando a sala de Artes, para uma palestra sobre profissões.


segunda-feira, 16 de maio de 2011

ARTE RUPESTRE

USANDO PÓ DE ROCHA PARA IMITAR
AS CAVERNAS.





CARIMBOS DE BARBANTE COM IMAGENS INSPIRADAS EM  PINTURAS RUPESTRES

FICOU LINDO, MENININHA DAS CAVERNAS DO RIVADÁVIA CORRÊA!!!

PINTURA RUPESTRE

Arte rupestre – período paleolítico superior
A arte rupestre é o nome dado as gravuras feitas em abrigos, cavernas, paredes, tetos rochosos e também em superfícies rochosas ao ar livre, as mais antigas foram datadas do período Paleolítico Superior (40.000 a.C.) gravadas em lugares protegidos pelas ações da natureza.
O homem pré-histórico dava valor à arte e ao espírito de conservação dos objetos que construía como, por exemplo: cerâmicas, armas de caça e utensílios feitos de pedras, ossos de animais abatidos e até mesmo por metais. Arqueólogos e antropólogos datando e estudando peças extraídas em escavações conferem a estes vestígios seu real valor como “documentos históricos”, sendo assim verdadeiros vestígios de como era a vida do homem pré-histórico.
Em pesquisas realizadas na Europa, Ásia e África, revelam que em meio a vários primitivos existiram os homens artistas que pintavam, esculpiam e gravavam, demonstrando que o desejo de expressão através das artes é inerente ao ser humano. A estas esculturas é atribuído um sentido mágico, propiciatório da fertilidade feminina e ao primeiro registro de um sentimento religioso ou de divindade.
Entre as artes feitas nos fundos das cavernas, existem algumas pinturas vibrantes realizadas em policromia que ainda hoje causam grande impressão, onde é possível observar a determinação de imitar a natureza com o máximo de realismo, a partir de observações feitas durante a caçada. Na Caverna de Altamira localizada na Espanha, a pintura rupestre do bisonte impressiona pelo tamanho e pelo volume conseguido com a técnica claro-escuro.
Sendo assim fica claro que a arte rupestre em qualquer que seja a justificativa, a arte preservada por milênios em grutas pré-históricas se transformaram em verdadeiros museus da humanidade.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

COELHOS DA PÁSCOA

Modelando coelhos na Páscoa





Turma:1703-dando forma e vida aos coelhos de ovos de jornal, celebrando a "VIDA" e comendo chocolate.

 


 




terça-feira, 22 de março de 2011

Michelangelo - A criação


Fotografando com Michelangelo  - teto da Capela  Sistina









ALUNOS RENASCENTISTAS, BRINCANDO COM "CRIAÇÃO"

domingo, 20 de março de 2011

HISTORIA DE ESCHER

M. C. Escher
(1898 - 1970)  



Mauritus Cornelis Escher, nasceu em Leeuwarden na Holanda em 1898,  faleceu em 1970  e dedicou toda a sua vida às artes gráficas. Na sua juventude não foi um aluno brilhante, nem sequer manifestava grande interesse pelos estudos, mas os seus pais conseguiram convencê-lo a ingressar na Escola de Belas Artes de Haarlem para estudar arquitectura. Foi lá que conheceu o seu mestre, um professor de Artes Gráficas judeu de origem portuguesa, chamado Jesserum de Mesquita.

Com o professor Mesquita, Escher aprendeu muito, conheceu as técnicas de desenho e deixou-se fascinar pela arte da gravura. Este fascínio foi tão forte que levou Mauritus a abandonar a Arquitectura e a seguir as Artes Gráficas. Quando terminou os seus estudos, Escher decide viajar, conhecer o mundo! Passou por Espanha, Itália e fixou-se em Roma, onde se dedicou ao trabalho Gráfico. Mais tarde, por razões políticas muda-se para a Suíça, posteriormente para a Bélgica e em 1941 regressa ao seu país natal.
Estas passagens por diferentes sítios, por diferentes culturas, inspiraram a mente de Escher, nomeadamente a passagem por Alhambra, em Granada, onde conheceu os azulejos mouros. Este contacto com a arte árabe está na base do interesse e da paixão de Escher pela divisão regular do plano em figuras geométricas que se transfiguram, se repetem e reflectem, pelas pavimentações. Porém, no preenchimento de superfícies, Escher substituía as figuras abstracto-geométricas, usadas pelos árabes, por figuras concretas, perceptíveis e existentes na natureza, como pássaros, peixes, pessoas, répteis, etc. 
                                                                        ACESSE O LINK ABAIXO
http://www.educ.fc.ul.pt/icm/icm2000/icm33/Escher3.htm



Esher- graphic artist - artista gráfico

 CCBB  -  M.C. Esher 
1o. passeio 2011-Visita a exposição mais vista do mundo em 2011. Editamos as fotos da  mostra e montamos esse vídeo, assistam:


quarta-feira, 16 de março de 2011

Visita ao Escher


Viva a 1901 e a 1902 do Rivadávia

Trabalho de campo - visita ao CCBB
 Fomos a pé pela Presidente Vargas, com o tempo contadinho, nem deu pra parar no Habib's. Ahhhh, sofreram  um pouco por isso!
Mas valeu muito a pena a visita ao CCBB, aliás ir lá sempre compensa. Para alguns a 1a. vez de muitas, porque quem vai não esquece jamais e nunca erra o caminho de volta.
Pena que o filme  3D não estava funcionando no dia, nem tinham mais folders para nos dar.
Mas tiramos muitas fotos,vimos cada xilogravura mais incrível que a outra e entramos em instalações que mexiam com a nossa noção de perspectiva e criavam uma ilusão de ótica.Fomos instigados a pensar nas metamorfoses ,nas divisões da circunferência, na matemática e geometria. Buscamos material na internet, e já começamos a trabalhar essas imagens na aula de Artes.
 Em breve verão os trabalhos.








Identidade e autoestima


Meus queridos alunos neste ano tiraram uma foto, que vai ajudar na criação do "Projeto de Vida" que estamos construindo.
Todos vão montar a capa de uma pasta para arquivarem os trabalhos produzidos nestas aulas, usando as fotos, desenhos e frases com as metas de 2011 . 
Quando estiverem prontas , eu posto pra verem como ficou. A intenção é ajudar na construção de uma identidade pessoal , autoestima ,alinhavadas pela criatividade.









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